sexta-feira, 2 de junho de 2017

Mapa conceitual

                                         

                                              Formigas em açao

                                         

                                       Desenvolvimento

  Para a construçao do nosso mapa conceitual utilizamos fotos que registram as nossas observaçoes . As crianças se mostram interessadas e curiosas, prontas para descobrir mais sobre os pequenos insetos que dividem o mesmo espaço que elas na pracinha.

 Todo trabalho foi desenvolvido pelos alunos. Eu fazia as perguntas e eles a partir de suas observaçoes, pegavam a figura que correspondia a aquela indagaçao. Exemplo: "O que as formiguinhas comem?"E logo o aluno pegava a figura da laranja ou da folha de laranjeira e colava a imagem no local adequado do mapa, previamente explicado por mim. 

 

 


                           
                          

                                                                      Claudia F. Saraiva


          O Mapa Conceitual  dos alunos da turma J1A, ficou assim:

 
          Parece confuso? Sim, eles tinham muitas informações e queriam colocar todas no mapa. O que fiz foi seguir orientações deles. As crianças escolheram as figuras, decidiram onde colocar e como liga-las. Conceitos-ações. Adoramos fazer o mapa. Vou deixar exposto na escola e tenho certeza que sentirão orgulho de mostrar aos pais e colegas o que fizeram. Tenho certeza também que saberão explicar cada conceito e suas ligações. No meu entender, o objetivo da realização do mapa foi atingido mesmo que parece uma "bagunça".
NANCIBA



Mapa Conceitual - turma do berçário



 




Mapa conceitual

Para a montagem do mapa conceitual da turma, mostrei a eles gravuras dos meios de comunicação que foram utilizados para contar as histórias infantis, e em seguida começamos a realizar a colagem das gravuras,os pequenos escolheram as que gostariam de colar, aos poucos foram montando o mapa, mostrei a eles que através dos diversos meios de comunicação ouvimos as histórias dos Três Porquinhos, Branca de Neve e os Sete Anões entre outras, os alunos participaram demonstrando alegria e interesse.
                                                                                                          Marina Ferreira





domingo, 28 de maio de 2017

Plano de Ação

Para desenvolver o plano de ação, usarei como recurso uma caixa surpresa, onde cada dia trará um meio de comunicação diferente e através do mesmo será apresentada uma história, também usarei fantoches, teatro de sombras e histórias cantadas.

Objetos encontrados na caixa:
Caixa de som - História dos Três Porquinhos.
Notebook - Branca de Neve e os Sete Anões.
Fone de Ouvido - Músicas do Mundo Bita.
Livro Infantil - Quem pegou o pão da casa do João?
Outras formas de contar histórias:
Teatro de Fantoches - O indiozinho.
Música - 1,2,3 indiozinhos ...
Teatro de Sombras - História:  A chapeuzinho vermelho.

Montagem do mapa conceitual com os alunos.
                                       
                                                    Marina Ferreira




A construção do Mapa Conceitual pelo Jardim 1, provocou uma revisão dos conhecimentos que as crianças tinham sobre os índios e a menina Celina. Quando falei a palavra  mapa, imediatamente as crianças foram aos livros pesquisar "mapas". Me trouxeram informações que eu nem sabia que eles tinham, sobre "mapa do tesouro", mapa onde eu moro, etc. Essas informações me forçaram a traduzir alguns mapas encontrados por eles nos livros e revistas. Relembraram sobre a pintura com o urucum e eu tinha urucum para eles manipularem e sentirem a tinta nos dedos. Quando encontraram uma foto do porongo logo uma criança lembrou que este mesmo porongo que eles viram e manipularam em nosso material, quando cortado pode servir para carregar água, outro falou na cuia do chimarrão. Tínhamos algumas palhas de milho e lembraram das petecas. Então confeccionamos petecas com jornal  e sacolas plásticas, e a brincadeira começou.





Voltamos ao mapa, procuramos figuras de todas informações que tínhamos ligadas aos índios. Recortamos e montamos os mapas. Posso afirmar que seus conhecimentos eram muito além do que eu imaginava, e quando tinham dúvidas buscavam novamente no livro onde falava da índia Celina ou me perguntavam. Se questionavam um ao outro e eles mesmos respondiam.





NANCIBA

terça-feira, 16 de maio de 2017

CERTEZAS E DÚVIDAS


                                            Entre certezas e dúvidas
                                                                     
      É incrível como as aprendizagens mais significativas para as crianças acontecem nas brincadeiras espontâneas, através de observações que trazem curiosidades. Assim nasceu o nosso projeto de aprendizagem sobre as formigas, fruto de uma observação e muitas curiosidades em relação aos pequenos  insetos.   As investigações diárias geraram certezas e dúvidas:

              Certezas:

      •  As formigas carregam folhinhas;                      
  •  A laranja estava oca;
  •  As folhas da laranjeira estavam "comidas";
  •  Havia uma trilha na grama da pracinha
  Dúvidas:
  • Para que as formigas carregam as folhinhas?
  • Por que as formigas tiraram o miolo da laranja? 
  • Quem comeu as folhas da laranjeira?
  • Quem fez e porque fez o caminho o caminho na grama da pracinha?                                                                                                                                                                       

                                                       Cláudia
  







Como escreveu a colega Claudia, entre certezas e dúvidas as crianças vão construindo aprendizagens através das suas observações. Questionam o que veem de encontro ao que sabem e vão descobrindo através das suas próprias pesquisas motivadas pela curiosidade. Como nossa principal função docente, segundo Hernández* (1998, p.17) é ser “mediadora de culturas e facilitadora de estratégias de interpretação dos fenômenos” me levou a disponibilizar meios pelos quais as crianças pudessem aguçar mais a curiosidade.

No primeiro encontro com a turma escolhida para desenvolver o projeto, um J1A, levei o livro sobre as diferentes crianças do mundo (Crianças como você), ao falarmos da índia Celina, personagem brasileira do livro, as crianças afirmaram que os índios viviam nas florestas, andavam nus ou cobertos com poucas vestimentas e comiam peixes. Temos aqui três certezas que logo foram questionadas por mim. Pesquisando ainda no livro verificamos que nem todos os índios andam nus e comem somente peixes. As fotos do livro mostram o estilo de vida daquela personagem: a sua casa, a sua escola, a convivência com seus parentes, a brincadeira preferida, seu bichinho de estimação, etc. 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRM-4TidctHJz7Bc7G93fDbeSrQUNldOr-UUNJhkNrasAwKxSfLuK9TXKvAovvvjNK6bMhw-36zUKbHuzFZ8KZQ2Lj5hBysTXT_WooY52tNPwdkUXHq9NwG-ZN5j6xqu2SbuAvxYJWOSjg/s1600/%E5%AD%90%E3%81%A9%E3%82%82%E3%81%AE%E6%9C%AC%E3%81%AE%E3%83%96%E3%83%AD%E3%82%B0%E5%85%88%E7%AB%AF%E5%B9%BC%E5%85%90%E3%81%AF%E3%80%81%E4%BB%96%E3%81%AE%E5%A4%A7%E9%99%B8%E3%81%AE%E4%B8%96%E7%95%8C%E6%96%87%E5%8C%96%E7%A4%BE%E4%BC%9A%E6%96%87%E5%8C%96%E3%82%BD%E3%83%BC%E3%82%B7%E3%83%A3%E3%83%AB%E3%82%B2%E3%83%BC%E3%83%A0%E3%82%92%E3%83%97%E3%83%AC%E3%82%A4++Kinderboek+blog+tip+peuter+spelen+andere+continent+wereldcultuur+sociale+cultuur+sociale+games.jpg
E deste primeiro encontro surgiram as perguntas:
Tem índio na cidade?
O que eles comem se não tem peixe?
Eles trabalham?
Em meu segundo encontro com a turma do J1A, apresentei objetos como artesanatos recolhidos nas aldeias indígenas e alguns outros utensílios e exemplares da cultura Kaingangue e Mbyá Guarani.  Também deixei sobre uma mesa alguns livros, folhetos e fotografias que mostram um pouco da realidade atual das aldeias por meio de fotos. A cada questionamento respondido, outros surgiam.
Artesanato da comunidade Mbyá guarani da BR116

Artesanato da comunidade Mbyá guarani

Livro realizado pelas crianças de uma escola visitante da aldeia Mbyá Guarani Pindó Mirim em parceria com as crianças da aldeia.
                  Nas próximas fotos é possível ver as crianças pesquisando sobre outros grupos indígenas em folhetos e livros.





 *Capitulo um do livro Transgressão e mudança  disponibilizado em:
https://moodle.ufrgs.br/mod/folder/view.php?id=1160221
  
NANCIBA


Ao contar uma história para a turma de berçário, observei alguns pontos e levantei algumas certezas e dúvidas são elas:

Certezas
Os alunos gostam de ouvir histórias.
Os alunos se encantam quando ouvem histórias contadas de diferentes formas.
Dúvidas
Ao ouvir histórias os alunos despertam a imaginação?
Desenvolvem o poder de observação?
Estabelecem a relação interna entre o mundo da fantasia e a realidade?
Ajuda as crianças a entenderem os sentimentos?
Estimula o desenvolvimento motor e cognitivo?
Desperta a criatividade?
Estimula o interesse pela leitura?


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            Marina Ferreira


sábado, 13 de maio de 2017

Mapeando as turmas



     Após muita reflexão e discussão com parceiras, posso dizer da minha insegurança em realizar este projeto, pois sinto muita dificuldade em elaborar um plano de ação. Como professora referência em diversidade, preciso abordar principalmente assuntos referentes à sexualidade, gênero e etnias. Durante a semana preciso dar conta de uma turma de Berçário 1, uma de Maternal 2,  uma de Jardim 1 e uma de Jardim 2, sendo que nestas últimas, em semanas intercaladas. Como são turmas bastante heterogêneas e preciso abordar as temáticas de diferentes maneiras pelas idades diferenciadas, elegi o Jardim 1 para aplicar o projeto. As crianças do J1A, como chamarei de agora em diante, apresentam uma boa frequência e uma sintonia singular. Diferente dos anos anteriores, os alunos permanecem somente meio turno (7h às 13h). A maioria dos 18 alunos, vieram de duas turmas de maternais completamente diferentes, mas alguns já estiveram juntos em anos anteriores. A comunidade em que escola esta inserida, também proporciona esta sintonia, pois existem ligações familiares entre as crianças. Os alunos tem em média quatro anos e a maioria frequenta a escola desde o berçário. Além de mim e da professora titular, também passam pela turma professoras do laboratório de tecnologia educacional (Lated). Ao contrário da colega Cláudia que inicia seu projeto a partir de uma incursão pelo pátio com as crianças do maternal da qual ela é professora titular, e a turma demonstra interesse em conhecer melhor a vida das formigas ao surpreendê-las na lida de levar alimentos para o formigueiro. Eu, na intenção de provocar a curiosidade da turma, apresento um livro que fala de crianças de várias partes do mundo, diferentes países, continentes e culturas. As crianças manuseiam livremente o livro e vão perguntando sobre as crianças, suas as  vestimentas, seus brinquedos, quem são, onde moram. Faço questão de mostrar a única criança brasileira do livro representada por uma Índia, a Celina. Conforme o interesse deles vai aumentando em conhecer o que a Celina pode ter de diferente por ser índia, vou questionando o que eles sabem sobre os índios. Desta forma tento descobrir o que mais desperta interesse neles sobre a vida da nossa personagem.
     De forma bastante acanhada, as crianças  relatam que os índios vivem nus nas florestas e comem peixes. Retomamos o livro para pesquisar se a nossa personagem está nua e qual seu alimento preferido. Desta forma,  a turma vai se perguntando sobre outras verdades antes estabelecidas e pesquisando no livro para tentar encontrar as respostas. Assim fomos desconstruindo e construindo novos saberes.

 

Para nosso próximo encontro, levarei alguns objetos da cultura indígenas, como utensílios, artesanatos e ferramentas.

Referência
KINDERSLEY, Anabel e BARNABÁS. Crianças como você: uma emocionante celebração da infância no mundo.UNICEF e Fundos das Nações Unidas para a infância. 2000

NANCIBA

TEMA DE PESQUISA

       Atualmente trabalho com uma turma de berçário, atendendo a faixa etária dos dez meses à dois anos de idade, com um total de dezoito alunos, pensei muitas vezes de como iria trabalhar com projetos de aprendizagem, sendo meus alunos tão pequenos? Então entre muitas dúvidas e conversas com as professoras e colegas do curso surgiram muitas idéias e a que mais me chamou a atenção foi em pensar sobre as diversas formas de contar histórias, utilizando diferentes recursos como: teatro de fantoches, teatro de sombras, histórias cantadas, onde os alunos possam interagir e participar de forma significativa.
     Diferente da forma de como minhas colegas irão trabalhar, pois ambas terão como ponto de partida o interesse dos alunos, a colega Cláudia desenvolverá um trabalho sobre as formigas, que surgiu após os alunos observarem as mesmas na pracinha da escola, já a colega Nanci irá apresentar aos alunos um livro onde fala de crianças de diversas partes do mundo de diferentes famílias, questionando-os sobre os índios
    MARINA






domingo, 16 de abril de 2017

Reflexões dos textos de Antoni Zabala e Fernando Hernández

     Ao estudar o capítulo 6 do livro de Antoni Zabala, "La práctica educativa. Cómo enseñar.", pude entender que o autor defende a organização dos conteúdos pelo método globalizado, onde sua perspectiva se centra exclusivamente no aluno e suas necessidades educacionais. Os conteúdos a serem trabalhados procedem de diferentes disciplinas.
    Diante de vários métodos globalizados, são analisados quatro: os centros de interesse de Decroly, sistema de projetos de Kilpatrick, o estudo do meio do MCE e os projetos de trabalho global, embora todos priorizem o aluno e como aprendem, o aspecto que enfatizam na função social é diferente, apesar destas diferenças o principal objetivo dos métodos consiste em conhecer a realidade e saber pensar sobre ela.
     # Centro de interesse de Decroly, parte de um núcleo temático motivado para o aluno, seguindo o processo de observação, associação e expressão, onde integram diferentes áreas do conhecimento. Consiste em formar cidadãos preparados para conhecer e interagir com o meio.
      # Métodos de projetos de Kilpatrick, parte da possibilidade de elaborar um projeto em comum e de execução, sentindo-se protagonistas em todo o processo e estimulando a iniciativa responsável de cada um no seu grupo. Preparando o cidadão para a vida, sendo pessoas solidárias que "sabem fazer".
      # Estudo do meio do MCE (Movimento do Cooperazione Educativa da Itália), constroem o conhecimento através do método científico. A pesquisa será o processo natural de aprendizagem na medida em que está relacionando com o ambiente ou interesse do aluno. Ação educativa e a formação de cidadãos democráticos e com espírito científico.
       # Projetos de trabalho global, a fim de conhecer um tema, desenvolvem um trabalho como resultado de uma pesquisa pessoal ou em equipe. Esse tem como enfoque formar cidadãos capazes de aprender a aprender.
       Conclui que estes métodos globais, tornam as aprendizagens mais significativas para os alunos, participam e compreendem a realidade que estão inseridos.

    A segunda leitura, do capítulo I, "Um Mapa para iniciar um percurso",  do livro Transgressão e mudança na educação. Os projetos de trabalho. De Fernando Hernández, pude encontrar alguns aspectos semelhante da primeira leitura.
  Entende-se que a construção da realidade vem de um todo e não apenas de um ponto específico, tendo como enfoque a organização escolar e as concepções do ensino aprendizagem, o autor defende também as experiências como projeto de trabalho que aplica a colaboração e a exploração de alternativas, dando forma e organizando as ideias, onde  os professores podem compreender e construir uma escola geradora de culturas e diversidades não só de aprendizagens e conteúdos.



Referencias:
ZABALA, Antoni. La Práctica Educativa. Como Enseñar. 2008. (Capítulo 6).
HERNÁNDEZ, Fernando, Transgressão e mudança na Educação. Os projetos de Trabalho, 1998.
(Capítulo 1).

Um olhar sobre globalizar na educação infantil e mapeamento da turma


     A partir da leitura do primeiro capítulo do livro "Transgressão e Mudança na Educação" de Fernando Hernandez, entendo que o autor tem o interesse em demonstrar que é possível substituir conteúdos do currículo escolar por "Projetos de Trabalho", onde sejam adaptados temas e problemáticas de interesse dos alunos. Sendo nesses projetos incorporado as questões a serem resolvidas. 

 Vejo, que o autor nos convida a pensar em formas globalizar e introduzir a globalização na metodologia escolar. Ele nos da a ideia de formas de desenvolver esse trabalho por meio de pesquisas, questionamentos e intercambio com estudantes de outras turmas da escola em um tempo que seja flexível ao aluno.

  Pedro Demo, em seu vídeo "Educar pela Pesquisa", nos diz que a educação infantil é sábia porque tem atividades e não aulas, observo que o conceito vai de encontro com a ideia de  Hernandez, quando propõe conceitos de estudos do interesse do educando. Eu,  por minha vez, como atuante da área que se refere Demo  (maternal 2), me aproprio em dizer que meus pequenos alunos de quatro anos adoram trabalhos e brincadeiras com temas que lhe tragam curiosidade e prazer.

  O nosso objeto de pesquisa de agora vem sendo observar as formigas na pracinha . O interesse surgiu quando as crianças brincavam na terra de panelinhas e viram uma carreira de formigas carregando pedacinhos de folhas maiores que elas nas costas, que um menino chegou até a comentar: "a folha anda sozinha". Daí em diante foram surgindo muitas perguntas e hipóteses. Comecei a filmar no intuito de realizar um futuro trabalho. Agora quando chegam na praça correm para o cantinho onde os insetos estão alojados e ficam bem quietinhos só observando e pedem para que eu leve o celular para tirar foto.

  Suponho que através dessas observações posso construir aprendizagens muito significativas com meus alunos, pois, uma vez que o  tema nasceu do interesse deles, poderei envolver questões matematicas, de língua portuguesa, ciencias e estudos sociais de  uma forma lúdica e prazerosa para os pequenos. Acredito que através de trabalhos como esse posso me aproximar das idéias de globalizar que Hernandez fala no texto. 


  Referências:
 
 file:///C:/Users/bruno_2h7/Downloads/CAP1-Transgressao-e-Mudanca-Na-Educacao-Fernando-Hernandez%20(17).pdf
   https://www.youtube.com/watch?v=Vra4hclt7kw&feature=share

sábado, 15 de abril de 2017

Métodos Globalizados



      As diferentes formas de organizar os conteúdos são abordados no texto La Practica Educativa. Cómo Enseñar de Antoni Zabala Vidiella" e neste,  o autor faz um  comparativo dos métodos globalizados, entre eles: O de centro de interesses da qual o objetivo principal é a função social do ensino na formação de indivíduos preparados para conhecer e interagir com o meio. O de projetos que tem a finalidade de preparar para a vida pessoas solidárias que sabem fazer. De investigação do meio que condiciona a ação educativa a formação de cidadãos democráticos e com espírito científico e o de projetos de trabalhos, que entende que o objetivo básico do ensino é  formar cidadãos capazes de "aprender a aprender".  Portanto, todos tem o objetivo central de formar indivíduos para  conhecer a realidade e saber desenvolver-se nela. O foco é sempre o aluno e suas necessidades educativas e a relevância dos conteúdos disciplinares, esta em função da potencialidade formativa, ou seja, o aluno como protagonista principal de seu aprendizado. Os materiais e os conteúdos disciplinares passam a um segundo plano, mas ainda são fundamentais para a compreensão e interpretação da realidade.
      Diante disto, faço um paralelo com a minha atuação como docente. Atuo em projeto dentro de uma escola infantil, trabalhando temáticas da diversidade pouco ou nada abordadas por outras professoras e dentro de um universo pouco favorável ao conhecimento de tais temáticas. Identifico entre os métodos acima o centro de interesses como uma alternativa favorável  para abordar conteúdos de temática sobre racismo, sexualidade, gênero, etc. De acordo com o ponto de partida desta metodologia sempre procuro uma situação real para despertar o interesse das crianças para um tema que se torna necessário conhecer. Trabalhando nas diferentes áreas do conhecimento unindo materiais, pesquisa e a observação das suas próprias realidades para a livre expressão de seus sentimentos e dos conhecimentos adquiridos, na intenção de formar crianças, adolescentes e adultos mais preparados para as adversidades que a vida lhes impuserem.

      Nanci Bertoni Andrade
NanciBA

     

Quadro referencial sobre o plano de ação.

Elaborado por: Marina Silva Ferreira Projeto de Aprendizagem desenvolvido em uma turma de berçário, faixa etária dos 0 aos 2 anos. ...