Após muita
reflexão e discussão com parceiras, posso dizer da minha insegurança em
realizar este projeto, pois sinto muita dificuldade em elaborar um plano de
ação. Como professora referência em diversidade, preciso abordar principalmente
assuntos referentes à sexualidade, gênero e etnias. Durante a semana preciso
dar conta de uma turma de Berçário 1, uma de Maternal 2, uma de Jardim 1 e uma de Jardim 2, sendo que
nestas últimas, em semanas intercaladas. Como são turmas bastante heterogêneas
e preciso abordar as temáticas de diferentes maneiras pelas idades
diferenciadas, elegi o Jardim 1 para aplicar o projeto. As crianças do J1A,
como chamarei de agora em diante, apresentam uma boa frequência e uma sintonia
singular. Diferente dos anos anteriores, os alunos permanecem somente meio
turno (7h às 13h). A maioria dos 18 alunos, vieram de duas turmas de maternais
completamente diferentes, mas alguns já estiveram juntos em anos anteriores. A
comunidade em que escola esta inserida, também proporciona esta sintonia, pois
existem ligações familiares entre as crianças. Os alunos tem em média quatro
anos e a maioria frequenta a escola desde o berçário. Além de mim e da
professora titular, também passam pela turma professoras do laboratório de tecnologia
educacional (Lated). Ao contrário da colega Cláudia que inicia seu projeto a
partir de uma incursão pelo pátio com as crianças do maternal da qual ela é
professora titular, e a turma demonstra interesse em conhecer melhor a vida das
formigas ao surpreendê-las na lida de levar alimentos para o formigueiro. Eu,
na intenção de provocar a curiosidade da turma, apresento um livro que fala de
crianças de várias partes do mundo, diferentes países, continentes e culturas. As
crianças manuseiam livremente o livro e vão perguntando sobre as crianças, suas as vestimentas, seus brinquedos, quem são, onde moram. Faço questão de mostrar a única
criança brasileira do livro representada por uma Índia, a Celina. Conforme o
interesse deles vai aumentando em conhecer o que a Celina pode ter de diferente
por ser índia, vou questionando o que eles sabem sobre os índios. Desta forma
tento descobrir o que mais desperta interesse neles sobre a vida da nossa
personagem.
De forma bastante acanhada, as crianças relatam que os índios vivem nus nas florestas e comem peixes. Retomamos o livro para pesquisar se a nossa personagem está nua e qual seu alimento preferido. Desta forma, a turma vai se perguntando sobre outras verdades antes estabelecidas e pesquisando no livro para tentar encontrar as respostas. Assim fomos desconstruindo e construindo novos saberes.

Para nosso próximo encontro, levarei alguns objetos da cultura indígenas, como utensílios, artesanatos e ferramentas.
Referência
KINDERSLEY, Anabel e BARNABÁS. Crianças como você: uma emocionante celebração da infância no mundo.UNICEF e Fundos das Nações Unidas para a infância. 2000

Para nosso próximo encontro, levarei alguns objetos da cultura indígenas, como utensílios, artesanatos e ferramentas.
Referência
KINDERSLEY, Anabel e BARNABÁS. Crianças como você: uma emocionante celebração da infância no mundo.UNICEF e Fundos das Nações Unidas para a infância. 2000
NANCIBA
Atualmente trabalho com uma turma de
berçário, atendendo a faixa etária dos dez meses à dois anos de idade,
com um total de dezoito alunos, pensei muitas vezes de como iria
trabalhar com projetos de aprendizagem, sendo meus alunos tão pequenos?
Então entre muitas dúvidas e conversas com as professoras e colegas do
curso surgiram muitas idéias e a que mais me chamou a atenção foi em
pensar sobre as diversas formas de contar histórias, utilizando
diferentes recursos como: teatro de fantoches, teatro de sombras,
histórias cantadas, onde os alunos possam interagir e participar de
forma significativa.
TEMA DE PESQUISA
Atualmente trabalho com uma turma de
berçário, atendendo a faixa etária dos dez meses à dois anos de idade,
com um total de dezoito alunos, pensei muitas vezes de como iria
trabalhar com projetos de aprendizagem, sendo meus alunos tão pequenos?
Então entre muitas dúvidas e conversas com as professoras e colegas do
curso surgiram muitas idéias e a que mais me chamou a atenção foi em
pensar sobre as diversas formas de contar histórias, utilizando
diferentes recursos como: teatro de fantoches, teatro de sombras,
histórias cantadas, onde os alunos possam interagir e participar de
forma significativa.
Diferente da forma de como minhas colegas irão trabalhar, pois ambas
terão como ponto de partida o interesse dos alunos, a colega Cláudia
desenvolverá um trabalho sobre as formigas, que surgiu após os alunos
observarem as mesmas na pracinha da escola, já a colega Nanci irá
apresentar aos alunos um livro onde fala de crianças de diversas partes
do mundo de diferentes famílias, questionando-os sobre os índios.
MARINA
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